♠ Avulsas ♠

"Amor é o ridículo da vida. As pessoas procuram nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre a pôr-se. A vida veio e levou-me com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói."

- Cazuza

Eu acredito em rosa. Eu acredito que rir é o melhor queimador de calorias. Eu acredito em beijar, beijar muito. Eu acredito em ser forte quando tudo parece estar dando errado. Eu acredito que as meninas felizes são as meninas mais bonitas. Acredito que amanhã é outro dia e eu acredito em milagres.

Friedrich Nietzsche (via re-ecanto)

(Source: inconsumada, via sensaboria)

Ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas me diga logo pra que eu possa desocupar o coração. Avisei que não dou mais nenhum sinal de vida, e não darei. Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões. Prefiro reconhecer com o máximo de tranquilidade possível que estou só do que ficar à mercê de visitas adiadas e encontros transferidos.

Caio Fernando Abreu.     (via adesejar)

(Source: esvaido, via adesejar)

E que fique muito mal explicado. Não faço força para ser entendido. Quem faz sentido é soldado…

Mário Quintana.  (via adesejar)

(Source: protagonizar, via adesejar)

O arrependimento por palavras mal ditas dói, mas o arrependimento por palavras não ditas destrói.

Sombriador.  (via adesejar)

(Source: sombriador, via adesejar)

Nada. Estou pensando em inúmeras coisas, mas minto que não estou pensando em nada específico, apesar da minha atenção estar de malas para Júpiter. Não posso dizer com o que estou ocupando minha cabeça porque as pessoas iriam apenas fingir um interesse cansado, rápido e bucólico. Soltar um confidencial “nada” é sempre melhor em casos obsessivos como o meu.

Gabito Nunes. (via praticastes)

(Source: classificar, via praticastes)

Ela mora longe, porém vive sempre aqui, dentro de mim.

Lucas Albertini.   (via adesejar)

(Source: sombriador, via adesejar)

Olho para trás e vejo aquela menina que queria entender tudo, com medo de que não coubesse tamanha quantidade de informação dentro de si. Coube e ainda cabe. E quanto mais entra, mais sobra espaço para a dúvida. Compreendo hoje que nunca entenderei a morte, os sonhos, a sensação de dejá-vu e as premonições. Nunca entenderei por que temos empatia com uma pessoa e nenhuma com outra. Não entendo como o mar não cansa, nem o sol. Não compreendo a maldade, ainda que a bondade excessiva também me bote medo.

Martha Medeiros  (via adesejar)

(Source: silenciar, via adesejar)